Para ilustrar o poder do Marketing de Experiência, trouxemos 3 cases de sucesso para você. Confira:

OUTBACK: Um dos vídeos de cases mais curtidos em nossa fanpage no Facebook foi o do Outback, que utiliza muito o marketing de experiência na sua forma de se relacionar com seus clientes, seja na prospecção ou na difusão do conceito. Essa ação foge bem do tradicional, mas encanta não só quem participou, mas também quem assistiu por vídeo. A ação foi em um edifício comercial em SP, onde foi montada uma réplica de um restaurante Outback em um dos andares sem ninguém saber, até que as pessoas eram convidadas a viver um momento Outback ali mesmo no prédio. Todos ficavam muito surpresos quando se deparavam com tamanha perfeição e vivenciavam aquela experiência naquela mesma hora, sem ao menos sair do prédio. Só que a ação não terminava ali. Eles gravaram tudo isso e editaram um vídeo com a reação das pessoas, esse vídeo foi publicado na internet e viralizou nas redes sociais, causando enorme repercussão positiva na percepção da marca da empresa. Na verdade esse é um exemplo de ação de Marketing de Experiência entre inúmeras que o Outback já desenvolveu com sucesso no Brasil. E o resultado disso tudo? A maior rede de restaurantes do Brasil, crescendo com filas de espera, um público fiel e ávido para consumir lá, aumento no faturamento em 12% em 2016, e tudo isso em plena crise.

NUBANK: O Nubank é um dos mais sensacionais cases de startups que em pouquíssimo tempo se transformou em realidade de sucesso. E boa parte disso se deve a experiência proporcionada aos seus clientes. Como a interface com os clientes do Nubank se dá apenas de forma digital e no máximo por telefone, eles se esmeram em criar a melhor experiência possível para os clientes. Um exemplo disso foi um atendimento em que um cliente do banco tinha uma viagem marcada para a Patagônia e precisava realizar seu aviso de viagem ao NUBANK para poder efetuar compras no exterior. Acessou o FAQ da empresa e foi direcionado ao serviço de assistência. De modo informal enviou uma mensagem solicitando o aviso e quem lhe atendeu foi uma atendente simpática, que perguntou aonde o cliente iria. Ao ter sua pergunta respondida, a atendente falou que já tinha visitado a região e poderia passar umas dicas por e-mail. Mas a história não acabou por aí: eis que a ciente chega em casa dias depois e se depara com uma encomenda… uma caixa de presente com uma carta escrita a mão pela atendente, dois guias com anotações que ela usou com a família na viagem e um roteiro impresso com todos os detalhes da viagem. O Nubank tem feito esse tipo de ação em larga escala e por isso tem crescido tanto em tão pouco tempo.

APPLE: A Apple comunica menos “o quê” está fabricando e “o como”. Ela não comunica que vende dispositivos, um notebook i7 com 2gb de memória… Essas são características que as pessoas poderão também encontrar nos concorrentes. Ela não está vendendo o “como” também, não falam “temos o iPlace”, “temos a Apple Store”, “temos um ecossistema”, “temos o iTunes”, eles abordam isso em algum momento, mas o mais importante em sua comunicação é o “porquê” – A Apple comunica que é uma empresa inovadora que vende para pessoas que valorizam isso, que se importam tanto com o design estético quanto com o design funcional. Quando vemos um cliente da Apple falando sobre os dispositivos e serviços da empresa para outra pessoa, percebemos que o Marketing de Experiência tem mais impacto do que qualquer investimento de marketing e publicidade. Aquela pessoa está tão convencida de que eles fazem um bom trabalho, que eles oferecem um bom serviço ou uma grande experiência, que se tornam disseminadores da marca. Eles impactarão possíveis clientes e não tão facilmente trocarão de marca. Por quê? Porque tiveram uma boa experiência – que atendeu as suas necessidades, uma experiência intuitiva, fácil de usar, uma experiência muito boa, consistente, bonita e que também criou um vínculo emocional.

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